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O Fim do Boleto sem Registro

O Boleto bancário é o segundo método de pagamento mais utilizado no Brasil e desde o início de 2017 ele não pode ser mais gerado sem identificação, tanto de quem está vendendo, quanto de quem está comprando. Mas, o que isso pode impactar nos negócios, principalmente as lojas virtuais?
  1. Custo Maior e necessidade de pagar a emissão mesmo sem a garantia da venda concluída. Para os que possuem margem apertada, é um tremendo pesadelo! Ainda mais que nesta modalidade, a desistência da compra chega próxima aos 50%
  2. Burocracia. É obrigatório associar o boleto ao CNPJ ou CPF do cliente. 
Apesar destes pontos negativos, vale reforçar que esta prática traz segurança às empresas, instituições financeiras e clientes. Afinal, esta ação da FEBRBAN (Federação Brasileira de Bancos) foi incentivada pelo altíssimo índice de fraudes envolvendo boletos sem registro.

Em que fase da mudança estamos?
A partir de 13/3/2017, boletos nos valores iguais ou superiores a R$50.000,00 passaram a ser, obrigatoriamente, registrados. Em maio deste mesmo ano, mais precisamente no dia 8/5/2017, Boletos com valores entre R$ 2.000,00 e R$ 49.000,00 entraram na obrigatoriedade. E não para por aí. Fique atento ao cronograma das alterações abaixo:

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