Natal x Pandemia - a tendência das vendas online

As datas comemorativas são as mais aguardadas por comerciantes de todos os setores. E esta é uma verdade que serve tanto para o comércio físico quanto o virtual. É nessas ocasiões especiais que o número de vendas aumenta de forma considerável, dobrando ou até triplicando em relação a outras épocas.

E as festividades das quais o varejo se beneficia são muitas: Carnaval, Réveillon, Dia das Mães, Páscoa, Dia dos Namorados e outras, sem esquecer da Black Friday. Mas a que supera todas estas e tem feito os números explodirem, principalmente no e-commerce, é o Natal.

Pelo fato de reunir em uma data só comemorações familiares, religiosas ou mesmo de preparo para a festa de Ano Novo, o Natal é extremamente rentável em termos comerciais. E as estatísticas provam esta afirmação. 

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Vendas online: de tendência a realidade

O e-commerce sempre apresentou, desde o começo da sua história, inclinação para crescimento. Assim como a maioria das tecnologias, foi ganhando espaço no decorrer do tempo à medida que as pessoas percebiam a utilidade e se convenceram da importância dele.

As primeiras atividades de venda pela internet no Brasil começaram com mais força em 2001. Nessa época, os buscadores como o AltaVista e o Cadê já exibiam banners anunciando sites de vendas. 
A partir de então, mais empresários decidiram investir no comércio online. Através dos anos, as atividades de compra e venda aumentaram de forma exponencial. Ficava claro, então, que a tendência era de ascensão.

O principal motivo para que o comércio eletrônico se expandisse desde os primórdios é o mesmo que perdura até hoje: a comodidade e a disponibilidade dos sistemas, que permite fazer compras sem a limitação de hora ou local, como acontece com as lojas físicas.

O que este artigo vai abordar são fatos sobre o crescimento do e-commerce, como a crise sanitária mundial contribuiu para esta elevação e exemplos atuais de empresas que são referência em vendas pela internet. Eles mostram que as vendas on-line em larga escala deixaram de ser só uma tendência para virar realidade.

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Tendências do e-commerce na retomada pós-pandemia

Provavelmente nenhum especialista em tecnologia pôde prever uma evolução tão acelerada na forma de se vender pela internet em um espaço de tempo tão curto. Em um ano e alguns meses, a pandemia forçou os comerciantes a inovar rapidamente e consumidores a adotar novos hábitos de compra.

O e-commerce já estava muito bem estabelecido no Brasil antes da pandemia. Mas durante ela, se acentuou.  De acordo com estudo da Conversion, de maio de 2020, os maiores sites brasileiros de e-commerce ganharam, em média, 51% a mais de tráfego desde o início do isolamento social. Isso se deve, em grande parte, ao fato dos comércios físicos precisarem parar as atividades.

Praticamente todos os gêneros experimentaram um aumento no número de vendas. Na pesquisa da Conversion, foram analisados dez dos mais procurados. O primeiro deles, eletrônicos, mais do que dobrou a procura, com elevação de mais de 136%. Mesmo o último colocado, cosméticos, atingiu o expressivo número de 40,8%.

Como esperado, o número de visitas aos grandes marketplaces até o momento estão na casa de centenas de milhões. O Mercado Livre, por exemplo, recebeu durante os primeiros 12 meses da pandemia mais de 253 milhões de acessos. Americanas, Amazon e Magazine Luiza, só para citar alguns, somaram quase 300 milhões.

Que todos os setores do e-commerce ganharam muito mais com a pandemia é evidente. Todos esses dados provam que o isolamento fez com que os empreendedores do e-commerce faturassem muito mais. Por isso, tanto eles quanto quem deseja começar no ramo precisam ficar de olho nas tendências do e-commerce pós pandemia.

Este artigo quer mostrar as prováveis características que as vendas via internet vão assumir, tendo em vista o cenário atual e o futuro.

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O comércio online no Brasil: mudança de hábitos e tendências.

Se você passou dos 35 anos, muito provavelmente já foi com os pais, ou talvez sozinho, a uma loja para comprar roupas, um sapato ou um brinquedo novo. É possível que tenham ido não só a um estabelecimento, mas talvez dois ou três para comparar os preços.

Quem gostava de andar mais gastava bastante tempo à procura do que queria. Mas se tivesse muita pressa, não encontrava as melhores ofertas e corria o risco de pagar mais caro. Quando finalmente encontrava a opção perfeita, era hora de pagar. Cheques e dinheiro vivo estavam entre as opções mais comuns.

E era assim que se pesquisavam preços, que se procuravam ofertas e se comprava. Falamos sobre os consumidores com mais de 35 anos mas, evidentemente, isso não significa que pessoas mais jovens nunca adquiriram mercadorias assim.

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Conheça o Google Shopping.

Se você é lojista digital ou físico e precisa de uma ferramenta que amplie suas vendas, o Google oferece uma excelente solução. Desde 2011, o maior motor de busca do mundo disponibiliza a funcionalidade Shopping. É uma maneira de conectar ofertas de produtos e serviços aos internautas que buscam por eles. Esse serviço, criado por Craig Nevill-Manning, atualmente está disponível em 25 países.

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É seguro comprar no Instagram?

É seguro comprar no Instagram?

Essa é uma pergunta que se torna cada vez mais frequente na cabeça do consumidor e não apenas por ser uma  “nova” forma de comprar, mas pelo crescente número de fraudes que tem surgido nas vendas realizadas dentro da plataforma.
Com mais de 25 milhões de perfis dedicados a vendas online dentro do Instagram, os golpes crescem e geram desconfiança no consumidor.
Será que as pessoas se sentem seguras comprando pelo Instagram? Existem formas de diminuir a chance de golpe dentro da plataforma? Se você é uma empresa, quais medidas pode tomar para aumentar a confiança do seu cliente no momento de uma compra pela Internet?
Para te ajudar a responder essas perguntas, criamos esse artigo! 

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